| Reis após a divisão do Reino de Israel | ||||||||
| Ano AC Antes de Cristo | Reino de Judá Capital Jerusalém 2 tribos (reino do sul) Judá e Benjamim | Duração do reinado | Profetas | | Ano AC Antes de Cristo | Reino de Israel Capital Tirza e Samaria 10 tribos (reino do norte) Rubem, Simeão, Dã, Naftali, Gade, Aser, Issacar, Zebulom, (Manassés e Efraim filhos de José) | Duração do reinado | Profetas |
| 975 | Roboão (Reoboão) Ou Abião I Reis 12:21 | 17 ruim | Ido | | 975 | Jeroboão I Reis 12.20 | 22 ruim | |
| 958 | Abias II Crônicas 13.2 | 03 + - | | | | | | Aias |
| 955 | Asa II Crônicas 16.13 | 41 bom | | | | | | |
| | | | | | 953 | Nadabe I Reis 15.25 | 2 ruim | |
| | | | | | 951 | Baasa I Reis 15.33 | 23 ruim | Jeú |
| | | | | | 928 | Elá I Reis 16.8 | 2 ruim | |
| | | | | | 926 | Zinri I Reis 16.15 | 7 dias | |
| | | | Jeú | | Tíbni I Reis 16.21-22 | | | |
| Onri I Reis 16.23 | 12 ruim | Miquéias | ||||||
| | | | | | 914 | Acabe I Reis 16.29 | 22 ruim | Elias |
| 914 | Jeosafa II Cr. 20.31 | 25 bom | Eliezer | | 892 | Acazias I Reis 22.52 | 2 ruim | |
| 889 | Jeorão II Crônicas 21.20 | 8 ruim | Elias | | 890 | Jorão II Reis 1.17 | 12 ruim | |
| 881 | Acazias II Crônicas 22.2 | 1 | II Crônicas 21.12 | | 878 | Jeú II Reis 10.36 | 28 + - | Elizeu |
| 880 | Atalia II Crônicas 22.12 | 6 ruim | | | 850 | Jeoacaz II Reis 13.1 | 17 ruim | Jonas |
| 874 | Joás II Crônicas 24.1 | 40 bom | | | 833 | Jeoas II Reis 13.10 | 16 ruim | Elizeu morre |
| 834 | Amazias II Crônicas 25.1 | 29 + - | | | 817 | Jeroboão II II Reis 14.23 | 41 ruim | Oseías |
| 805 | Uzias ou Azarias | 55 bom | | | 776 | Zacarias II Reis 15.8 | 6 meses | Amos |
| | II Crônicas 26.3 | | | | Salum II Reis 15.13 | 1 mês | Joel | |
| | | | | | Menaem II Reis 15.17 | 10 ruim | | |
| | | | | | 766 | Pecaias II Reis 15.23 | 2 | |
| | | | | | 764 | Peca II Reis 15.27 | 20 ruim | |
| 750 | Jotão II Crônicas 27.1 | 16 bom | Isaias | | 744 | Oséias II Reis 17.1 | 9 ruim | |
| 734 | Acaz II Crônicas 28.1 | 16 ruim | Jeremias | | 735 | Cativeiro de Israel para Assíria | | |
| 718 | Ezequias II Crônicas 29.1 | 29 bom | Naum | | | (norte do Iraque) | | |
| 689 | Manasses II Crônicas 33.1 | 55 ruim | Hulda | | | | | |
| 634 | Amom II Crônicas 33.21 | 2 ruim | Miqueias | | | | | |
| 632 | Josias II Crônicas 34.1 | 31 bom | Habacuque Sofonias | | 615 | Assíria e subjugada pelo império Babilônico (Atual Iraque) | | |
| 601 | Jeoacaz II Crônicas 36.2 | 3 meses | | | | | | |
| Jeoiaquim II Crônicas 36.5 | 11 ruim | Jeremias | | 604 | Nabucodonosor II Rei da Babilônia subjuga Judá. | | | |
| 590 | Joaquim II Crônicas 36.9 | 100 dias | Ezequiel | | | | | |
| Zedequias II Crônicas 36.11 | 11 | | | | | | | |
| 587 | Cativeiro de Judá para Babilônia | | Obadias | | 587 | Nabucodonosor II Rei da Babilônia leva o povo de Judá cativo. | | |
| | | | Daniel | | 537 | Ciro II Rei da Pérsia (Atual Irã) subjuga o império Babilônico. | | Daniel |
| 537 | Êxodo | | | | 537 | Ciro II Rei da Pérsia. Ordena que os Judeus retornem a Israel | | |
| 492 | Reconstrução de Jerusalém | | Ageu Zacarias | | | | | Ageu Zacarias |
| | | | Esdras | | | | | Esdras |
| | | | Neemias | | | | | Neemias |
| | | | Malaquias | | | | | Malaquias |
| 400 | | | Silêncio | | 400 | | | Silêncio |
| | | | | | 150 | Inicio do Império Romano | | |
| 0 | Nascimento de “Jesus” | | | | 0 | Nascimento de “Jesus” | | |
Com Sede na estrada Principal de Caçaroca nº01 Bairro Nelson Ramos II,Cariacica,ES.CNPJ.01.875.415/0001-71.Tel.(27)3316 2948. Foi emancipada em 1997. Hoje conta com sete congregações: Jardim Botânico, Sotelândia, Flexal II, Barra Mares, Normília, Jardim Campo Grande e Val Paraíso.
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
Linha do tempo dos Profetas Menores
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
MEU PLANO DE AULA
LIÇÃO 12 – 18 DE DEZEMBRO DE 2011
“Barnabé, o defensor do evangelho da graça”
TEXTO ÁUREO
“Mas, ainda que nós ou mesmo um anjo vindo do céu vos pregue evangelho que vá além do que vos temos pregado, seja anátema”. Gl 1.8
VERDADE APLICADA
A sã doutrina bíblica deve ser a bandeira hasteada e defendida pelos obreiros do Senhor Jesus Cristo.
OBJETIVOS DA LIÇÃO
Mostrar como surgiu uma batalha no plano doutrinário capaz de ameaçar o Evangelho da graça;
Destacar como Paulo e Barnabé atuaram como defensores do Evangelho.
Descrever como a controvérsia foi resolvida e seus efeitos posteriores.
GLOSSÁRIO
Ideológico: Tratado das idéias, conjunto articulado de idéias;
Cisma: Separação do corpo de uma igreja;
Rechaçar: Recusar; oferecer resistência.
LEITURAS COMPLEMENTARES
- Segunda feira: Sl 16.5
- Terça feira: Sl 16.6
- Quarta feira: At 15.3
- Quinta feira: At 21.20
- Sexta feira: Gl 2.12
- Sábado: 1Ts 2.19,20
INTRODUÇÃO.
A mensagem apologética é aquela que pretende defender um determinado ponto de vista. Ela é tanto defensiva quanto preventiva no que concerne aos ensinamentos doutrinários. Barnabé e Paulo mantinham um status de líderes da Igreja em Antioquia quando a ameaça do ensino judaizante chegou. Assim, eles prontamente procuraram defender a pura doutrina cristã como até então haviam ensinado, com a finalidade de proteger os irmãos no plano ideológico até que o problema fosse solucionado.
1. O EVANGELHO DA GRAÇA AMEAÇADO INTERNAMENTE
O evangelho da graça de Deus consiste em oferecer a salvação pela fé em Jesus, por meio do arrependimento dos pecados (At 2.38; Ef 2.8). Havia em Antioquia uma grande Igreja de judeus e gentios, dois seguimentos que provaram de uma mesma graça. Todavia, estava entre eles um grupo de Jerusalém que não conseguia entender a natureza da nova aliança em toda a sua amplitude e, por esse motivo, um conflito foi gerado por falta dessa compreensão.
COMENTE
1.1. Um novo ensino procedente de Jerusalém
1.2. As consequências do falso ensino
1.3. Entendendo a circuncisão
Deus escolheu Israel para dar testemunho do Seu nome ao mundo. Era um povo distinto, separado e único. Todas as nações ao redor de Israel estavam mergulhadas no animismo, que é culto aos animais; no polidemonismo, culto a muitos demônios; ou, no politeísmo, culto a muitos deuses. No meio de um mundo totalmente perdido no paganismo, Israel estava sendo levantada como testemunha do verdadeiro Deus.
COMENTE
2.1. Israel e o modelo divino
2.2. O orgulho e o desdém pelos povos não circuncidados
2.3. A constante opressão gentílica
3. OS DEFENSORES REAGEM, O EVANGELHO DA GRAÇA TRIUNFA
Paulo e Barnabé rechaçaram de pronto os ensinos dos que vinham de Jerusalém, pois compreendiam que a salvação é pela fé e não por meio da observância de ritualismos e tradições externas (At 15.14-19). Mesmo assim, a Igreja decidiu enviar os apóstolos e presbíteros para Jerusalém, para que a questão fosse resolvida a partir de lá para toda a cristandade dali, e florescesse em todo lugar.
COMENTE
3.1. Diferentes argumentos, mas uma só visão
3.2. A situação dos gentios
3.3. O poder da graça divina
CONCLUSÃO
Os gentios não conheciam o verdadeiro Deus e praticavam uma idolatria ridícula. Essa era a fotografia da alienação espiritual dos gentios (Gl 4.8). A história, para os gentios, não levava a parte alguma, porque não possuíam uma esperança de salvação, não criam no Messias que viria como herói para consertar todas as coisas, nem havia qualquer promessa de melhores dias no futuro. Até que, finalmente, a graça os alcançou, quebrando todos os protocolos religiosos, dando a eles os mesmos privilégios que os judeus possuíam. Aleluia!
Fontes:
Bíblia Sagrada – Concordância, Dicionário e Harpa - Editora Betel,
Revista: BARNABÉ – Editora Betel - 4º Trimestre 2011 – Lição 12.
sábado, 10 de dezembro de 2011
LIÇÃO 11 – 11 DE DEZEMBRO DE 2011
“Barnabé, um líder comprometido em manter os resultados”
TEXTO ÁUREO
“Ora, àquele que é poderoso para vos confirmar segundo o meu evangelho e a pregação de Jesus Cristo, conforme a revelação do mistério guardado em silêncio nos tempos eternos”. Rm 16.25
VERDADE APLICADA
Não basta apenas conquistar a almas para Cristo, devemos propiciar que se mantenham a Ele ligadas através de um trabalho de confirmação.
OBJETIVOS DA LIÇÃO
Estudar a estratégia de confirmação e fortalecimento de Barnabé e Paulo às Igrejas;
Ressaltar a importância de prover uma liderança para manter o trabalho;
Apelar a um envolvimento maior na consolidação dos resultados evangelísticos.
GLOSSÁRIO
Hordas: Tribos selvagens; Bandos;
Salteadores: Ladrões de estrada;
Sobressair: Chamar a atenção.
LEITURAS COMPLEMENTARES
- Segunda feira: Mc 8.35
- Terça feira: Rm 1.16
- Quarta feira: At 20.28
- Quinta feira: 1Co 1.18
- Sexta feira: 2Co 4.5
- Sábado: 1Pe 1.24,25
INTRODUÇÃO.
Não faz sentido plantar uma grande lavoura e abandonar os seus frutos ao desperdício, isso seria pecar contra Deus. Semelhantemente, na colheita de almas, não convém conduzir pessoas à salvação e deixá-las sem acompanhamento, sem instrução, para que não deixem de desenvolver-se por falta de assistência. Nesta lição estudaremos acerca dos líderes que buscam não somente resultados iniciais, mas que propiciam a outros o direito de serem acompanhados em seus primeiros passos no cristianismo.
1. TRABALHANDO COM A VISITAÇÃO
“E, tendo anunciado… e feito muitos discípulos, voltaram… (At 14.21). Os princípios utilizados numa colheita de grãos abundantes e na colheita de almas são muito semelhantes, ambos precisam ser conservados. Trabalhar na visitação de Igrejas recém-plantadas, e de novos convertidos, é necessário para prover-lhes o acompanhamento e a motivação para que se mantenham firmes de coração na presença de Deus.
COMENTE
1.1. O acompanhamento da obra
1.2. Motivando a visitação
1.3. Compartilhando as boas novas
2. FORTALECENDO OS DISCÍPULOS
Além de visitar as novas Igrejas e rever os irmãos, era necessário fortalecê-los, porque as dificuldades permaneciam por terem se afastado do seu ponto de origem, à sinagoga. Por amor a Cristo, muitos estavam com seus lares divididos, sendo este, muitas vezes, um inevitável preço do discipulado. Entre tantas dificuldades, não seria parando de caminhar que a situação mudaria, mas prosseguindo para o alvo da suprema chamada agradariam a Deus (Fp 3.13).
COMENTE
2.1. A importância do encorajamento
2.2. No mundo tereis aflições
2.3. Explicando com clareza
3. ELEGENDO PRESBITÉRIOS LOCAIS
A primeira vez que é mencionada, a palavra “presbítero” está veiculada à Antioquia da Síria, onde ainda estavam nessa época Barnabé e Paulo, quando se envolveram numa coleta social para os irmãos na Judeia, e ambos foram enviados pelo “presbitério” dali para conduzir o socorro alimentício (At 11.27-30). Apesar do silêncio acerca da existência de anciãos na Igreja até esse momento, é evidente que em Jerusalém já existiam; foram eles que examinaram, junto aos apóstolos, a questão da obediência ao rito mosaico, chegando a uma solução satisfatória depois de amplo debate (At 15.2,4, 6,22).
COMENTE
3.1. A necessidade de presbíteros em cada igreja
3.2. Encomendados ao Senhor em quem haviam crido
3.3. Eles puseram os alicerces e prepararam o caminho
CONCLUSÃO
Quase dois mil anos se passaram, mas a estratégia missionária de manter as Igrejas recém-plantadas permanece, tendo suas bases nascido naquela época. Somos inspirados a um zelo apostólico pelos novos convertidos e novas Igrejas como se fossem nossos filhos, por quem sofremos. Com princípios simples, práticos e básicos como visitar, encorajar, instituir líderes e finalmente, encomendá-los à graça de Deus.
Fontes:
Bíblia Sagrada – Concordância, Dicionário e Harpa - Editora Betel,
Revista: BARNABÉ – Editora Betel - 4º Trimestre 2011 – Lição 11.
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
PROFISSÃO: TEÓLOGO
2631-15 - Teólogo
O presente artigo foi elaborado a partir da consulta ao site do Ministério do Trabalho sobre Classificação Brasileira de Ocupações e do projeto de lei de 2005 apresentado ao Senado Federal Brasileiro disponível no site do Senado.
1. HISTÓRICO DA CBO (Classificação Brasileira de Profissões)
A estrutura básica da CBO foi elaborada em 1977, resultado do convênio firmado entre o Brasil e a Organização das Nações Unidas - ONU, por intermédio da Organização Internacional do Trabalho - OIT, no Projeto de Planejamento de Recursos Humanos (Projeto BRA/70/550), tendo como base a Classificação Internacional Uniforme de Ocupações - CIUO de 1968.
Coube a responsabilidade de elaboração e atualização da CBO ao MTE, com base legal nas Portarias nº 3.654, de 24.11.1977 e nº 1.334, de 21.12.1994. É referência obrigatória dos registros administrativos que informam os diversos programas da política de trabalho do País. É ferramenta fundamental para as estatísticas de emprego-desemprego, para o estudo das taxas de natalidade e mortalidade das ocupações, para o planejamento das reconversões e requalificações ocupacionais, na elaboração de currículos, no planejamento da educação profissional, no rastreamento de vagas, dos serviços de intermediação de mão-de-obra.
2. PARTICIPANTES DA DESCRIÇÃO
a) Especialistas: Ahamd Ali Abdo El Shafi; Antonio Ailton Pereira; Antônio Carlos Karaí Mirim de Lima; Arthur Shaker Fauzi Eid; Benedito Ferraro; Carlos Roberto Perassim; Davi Augusto Marski; Ednilson Turozi de Oliveira; Francelino Vasconcelos Ferreira; Helene Gateen; Ivan de Almeida; Ivonete Silva Gonçalves (Shakumi Jokó); Iya Sandra Medeiros Epega; Iyalorixá Sylvia de Oxalá (Sylvia Egydio); Jorge Nogueira Salvador; José Fernandes Soares Karaí Poty; José Oscar Beozzo; José Valério Lopes dos Santos; Monja Coen - Cláudia Dias Batista de Souza; Mustafa Chukri Ismail Ali; Nelson Luiz Campos Leite; Nilva Teresinha Fernandes; Paulo Fernando Carneiro de Andrade; Ricardo Mario Gonçalves (Shakuriman); Salaheddine Ahmad Sleiman; Samir El Hayek; Santa Fernandes Soares Keretxú; Sheikh Muhammad Ragip.
b) Instituições: Aldeia Guarani Pico do Jaraguá; Arquidiocese de Campinas – SP; Associação Paulista Central da Igreja Adventista do Sétimo Dia; Associação Religiosa Nambei Honganji Brasil Betsuin; Centro ecumênico Serviço á Evangelização e Educação Popular; Colégio Islâmico Brasileiro; Comunidade Evangélica Apostólica; Comunidade Vida; Conselho Administrativo Ortodoxo de São Paulo; Escola Estadual Dep. Cândido Sampaio - São Paulo; Ile Leviwyato - Templo de Culto a Orixá; Instituto Axé Ilé Oba; Instituto de Desenvolvimento das Tradições Índígenas – Ideti; Instituto Metodista de Ensino Superior; Instituto Nacional da Tradição e Cultura Afro-brasileira; Marsam Editora Jornalística; Mesquita Brasil - São Paulo; Ordem Sufi Halveti Jerrahi; PUC – Campinas; PUC - Rio de Janeiro; Secretaria Estadual de Educação - São Paulo; Sociedade Educadora São Francisco Xavier; Soto Shu (Zen Budismo com Sede no Japão); UNICAMP - Fundação de Desenvolvimento da Unicamp - Funcamp.
3. O PROFISSIONAL TEÓLOGO
A profissão de Teólogo pertence à família de profissões 2631 que é composta também por Ministros de culto, missionários e profissionais assemelhados. O código específico na CBO para a profissão é o T2631-15.
O Teólogo pode ser chamado por outros nomes, isso conforme a religião: Agbá, Álim, Bokonô, Cádi, Consagrado, Conselheiro correicional eclesiástico, Conselheiro do tribunal eclesiástico, Especialista em história da tradição, doutrina e textos sagrados, Exegeta, Imã, Juiz do tribunal eclesiástico, Leigo consagrado, Mufti, Oba, Teóloga.
Os profissionais podem desenvolver suas atividades de forma profissional ou voluntária, em templos, igrejas, sinagogas, mosteiros, casas de santo e terreiros, aldeias indígenas, casas de culto etc. Também estão presentes em universidades e escolas, centros de pesquisa, sociedades beneficentes e associações religiosas, organizações não-governamentais, instituições públicas e privadas.
Espera-se que os Teólogos tenham formação superior em Teologia; não é incomum entre eles, porém, a presença de títulos de pós-graduação ou cursos equivalentes. Ascender a níveis superiores de estudo pode facilitar também a progressão das outras duas ocupações na carreira eclesiástica. Qualquer que seja a tradição religiosa, contudo, tanto ou mais que a formação, contam a fé e o chamamento individual para o serviço do divino.
4. ATIVIDADES REALIZADAS PELO TEÓLOGO
4.1 DIRIGIR E ADMINISTRAR COMUNIDADES
Orientar religiosamente a comunidade; Organizar a catequese; Organizar as pastorais; Orientar sobre a lei islâmica (charia); Participar de assembléias, conselhos, sínodos, concílios; Orientar espiritualmente a comunidade; Participar de confederações, federações, conselhos dos mais velhos; Elaborar estatutos e regimentos internos; Requerer registros de funcionamento junto aos órgãos competentes; Responder juridicamente pela entidade; Buscar recursos financeiros (dízimos, ofertas, empréstimos etc).
4.2 FORMAR PESSOAS SEGUNDO PRECEITOS RELIGIOSOS DAS DIFERENTES TRADIÇÕES
Proferir palestras; Publicar artigos em revistas, jornais, livros e afins; Orientar a formação religiosa; Avaliar os formandos no seu processo de aprendizagem; Dar aulas; Divulgar tradição; Adequar leis religiosas ao ambiente sócio-cultural; Promover retiros espirituais; Dirigir centros de formação religiosa; Dirigir estabelecimentos de ensino; Atuar como missionário dentro ou fora do país; Ensinar idioma original da tradição religiosa; Fazer ou formar discípulos; Elaborar material de ensino e difusão audiovisual, digital etc.
4.3 ORIENTAR PESSOAS
Opinar sobre assuntos polêmicos;
4.4 REALIZAR AÇÃO SOCIAL JUNTO À COMUNIDADE
Apoiar movimentos populares; Realizar ações contra discriminação e exclusão; Manter com recursos próprios publicações impressas, áudio visual etc.
4.5 PESQUISAR A DOUTRINA RELIGIOSA
Realizar estudos especializados sobre a doutrina religiosa; Consultar bibliotecas, videotecas etc; Pesquisar na tradição e nos textos sagrados; Buscar significado da tradição e textos sagrados para o contexto atual; Sistematizar informações relativas aos textos sagrados; Sistematizar informações das tradições orais e escritas; Participar de diálogos inter-religiosos; Participar de diálogos inter e trans-disciplinares; Exercer espírito crítico sobre a tradução de textos sagrados; Traduzir textos religiosos a partir dos originais; Participar de congressos, seminários especializados; Atuar em centros de pesquisa; Fazer análise e interpretação da tradição e textos religiosos; Assessorar a comunidade religiosa e seus líderes; Prestar assessoria sobre questões éticas e religiosas; Divulgar resultados da pesquisa; Atuar em universidades (docência e pesquisa); Traduzir literatura especializada; Traduzir e textualizar as tradições orais.
4.6 TRANSMITIR ENSINAMENTOS RELIGIOSOS
Atuar dentro ou fora dos templos (zona urbana ou rural); Zelar pelo ensino ortodoxo e sistemático da tradição; Transmitir ensinamentos religiosos utilizando os meios adequados e específicos de cada tradição; Proclamar os princípios bíblicos; Ensinar o alcorão; Ensinar o respeito à vida, à ecologia, à cosmologia; Promover a paz e a justiça; Ensinar os sutras budistas; Ensinar Ilahis (música mística sufi).
4.7 PRATICAR VIDA CONTEMPLATIVA E MEDITATIVA
Orar; Trabalhar e orar (leigos religiosos).
4.8 PRESERVAR A TRADIÇÃO
Registrar a memória religiosa; Adequar o ‘ethos’ religioso às condições locais.
4.9 DEMONSTRAR COMPETÊNCIAS PESSOAIS
Estudar a doutrina religiosa; Participar de atividades inter-religiosas; Estar aberto ao diálogo inter-religioso; Receber a revelação; Receber palavras de inspiração; Viver coerentemente com os ensinamentos; Fortalecer a fé através de atos, devoções e orações; Respeitar as tradições religiosas e seus preceitos morais; Professar a fé; Buscar equilíbrio de vida; Cultivar o amor, a justiça, a paz, a sabedoria e a compaixão; Estudar os valores humanos e princípios religiosos; Manter-se atualizado nas questões sociais polêmicas.
4.10 RECURSOS DE TRABALHO
Seiten (livro sagrado budista); Sagrado Alcorão; Bíblia; Textos (sutras, conciliares, da patrística etc.); Livros e literatura de cunho religioso; Material didático para instrução; Computadores, material de informática e aparelhos; Hadice (Tradições do profeta Muhammad - saws).
5. PROJETO DE LEI DO SENADO Nº , DE 2005.
Dispõe sobre o exercício da profissão de Teólogo, e dá outras providências.
O CONGRESSO NACIONAL decreta:
Art. 1º. O exercício da profissão de Teólogo, observadas as condições de habilitação e as demais exigências legais, é assegurado:
I - aos diplomados em Teologia por estabelecimento de ensino superior, oficial ou reconhecido pelo poder público;
II - aos diplomados em curso superior similar, no exterior, após a revalidação do diploma, nos termos da legislação em vigor;
III - aos que, à data da publicação desta Lei, embora não diplomados nos termos dos incisos anteriores, venham exercendo efetivamente, há mais de cinco anos, a atividade de Teólogo, na forma e condições que dispuser o regulamento da presente Lei.
Art. 2º. Compete ao Teólogo:
I - ministrar o ensino da Teologia, desde que cumpridas as exigências legais;
II - elaborar, supervisionar, orientar, coordenar, planejar, programar, implantar, controlar, dirigir, executar, analisar ou avaliar estudos, trabalhos, pesquisas, planos, programas e projetos atinentes à realidade científica da religião;
III - assessorar e prestar consultoria a pessoas físicas e jurídicas, públicas ou privadas, relativamente à realidade científica da religião;
IV - participar dos trabalhos de elaboração, supervisão, orientação, coordenação, planejamento, programação, implantação, direção, controle, execução, análise ou avaliação de estudo, trabalho, pesquisa, plano, programa ou projeto global, regional ou setorial, atinente à realidade científica da religião.
Art. 3º. É permitida a formação de empresas ou entidades de prestação de serviços previstos nesta Lei, desde que mantenham Teólogo como responsável técnico e não atribuam a pessoas não habilitadas o desempenho das atividades que lhe sejam privativas.
Art. 4º. O exercício da profissão de Teólogo requer prévio registro no órgão competente.
§ 1º. O Poder Executivo adotará as providências necessárias para a criação do Conselho Nacional de Teologia e as suas Seccionais.
§ 2º. O registro de que trata o caput deste artigo se fará mediante a apresentação de documento comprobatório de conclusão dos cursos previstos nos incisos I, II e III do art.1º, ou a comprovação de exercício da profissão, na forma do inciso IV do mesmo artigo.
Art. 5º. O livre exercício dos cultos religiosos não é condicionado à participação, de qualquer forma, do Teólogo.
Art. 6º. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
JUSTIFICAÇÃO
Na Europa, a Teologia, como ciência, floresceu a partir do século XI. Naquele tempo, de fato, a Teologia já tinha incorporado um milênio de história. O desenvolvimento de uma Teologia científica, dotada de uma própria e relativa autonomia, foi impulsionado pelo nascimento das universidades como corporações jurídicas autônomas, e pela integração da Teologia à universidade. Não menos importante é a distinção entre Filosofia e Teologia como áreas de estudos com objetivos diferentes. Entre os séculos XI e XII, a Teologia aparece como ciência autônoma.
Atualmente, a Teologia não se ocupa apenas com as questões internas de uma determinada igreja. Embora o seu estudo seja exigido, tanto pelas igrejas evangélicas, quanto pelas igrejas católicas, para a formação de seus pastores e padres, a Teologia não mais representa o único critério para as questões sobre como e em que lugar ela deva ser exercida. Seu estudo, combinado com o de outras disciplinas, confere-lhe uma competência interdisciplinar que fornece ao Teólogo um campo de atuação bastante amplo em todas as atividades em que o ser humano está presente.
Ao estudar o fenômeno religioso, algo tão profundo e arraigado em todos nós, o Teólogo procura, até onde é possível e de maneira objetiva e científica, explicar o fenômeno da fé.
No Brasil, os cursos de Teologia existem há séculos mas, infelizmente, sempre foram vistos apenas como formadores de recursos humanos para as organizações religiosas, de especialização de eclesiásticos.
O reconhecimento da Teologia, em 1999, pelo Ministério da Educação, como uma área específica do conhecimento humano, recupera para o País um atraso de séculos em relação à Europa, que, há muito, dispõe de dezenas de faculdades especializadas na formação de teólogos.
Apesar de vivermos num mundo secularizado e consumista, nunca se viu tanto interesse pela religião e sua aplicação em todos os setores em que atua o homem. Em conseqüência, a regulamentação do exercício dessa profissão se faz imperiosa, a fim de afastar do meio profissional aventureiros que podem causar sérios danos à transmissão científica de conhecimentos nessa importante área das ciências humanas.
Essas são as razões que motivam a formulação do presente projeto de lei, que ora se submete à apreciação dos nobres colegas integrantes desta Casa, na expectativa de sua pronta acolhida.
Sala das Sessões,
Senador MARCELO CRIVELLA
REFERÊNCIAS
Teólogo: Classificação Brasileira de Ocupações. Disponível em: http://www.mtecbo.gov.br/busca/descricao.asp?codigo=2631-15>. Acessado em 24/01/2008.
PROJETO DE LEI DO SENADO Nº , DE 2005. Disponível em: <http://legis.senado.gov.br/pls/prodasen/PRODASEN.LAYOUT_MATE_DETALHE.SHOW_
INTEGRAL?t=4875> Acessado em: 26/01/2008.
30 de Novembro - Dia do Teólogo
Postado por Diego dy Carlos às 15:55

Prece pelos Teólogos Tomás de Aquino
Deus santíssimo, Deus Pai,
nós, teu povo e teus herdeiros,
te pedimos pelos teólogos.
Tu que te revelaste a nós pela Palavra de vida,
não permitas que não entendamos as palavras
dos teólogos na nossa vida;
não permitas que não entendamos as palavras
dos teólogos na nossa vida;
Tu que te revelaste a nós pela encarnação de Jesus,
não permitas que eles falem de uma teologia
que não seja encarnada e sempre reveladora.
não permitas que eles falem de uma teologia
que não seja encarnada e sempre reveladora.
Deus santíssimo, Deus Pai,
Tu que és eterna luz e única verdade,
ilumina e esclarece o espírito dos teólogos,
que seus estudos sejam fruto do Espírito Santo,
de oração e de humildade,
fonte de esclarecimento para teu povo.
Tu que és eterna luz e única verdade,
ilumina e esclarece o espírito dos teólogos,
que seus estudos sejam fruto do Espírito Santo,
de oração e de humildade,
fonte de esclarecimento para teu povo.
Que Tu não sejas para ninguém, sobre esta terra,
apenas um objeto de estudo, mas
a rocha segura sobre a qual podemos construir nossa casa.
apenas um objeto de estudo, mas
a rocha segura sobre a qual podemos construir nossa casa.
Esse texto é uma colaboração de Glenn T. Every-Clayton, pastor e teólogo.
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